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Segundo caso de febre amarela é confirmado no Paraná

O Paraná registrou o segundo caso importado de febre amarela, em 2018...

Um jovem, de 30 anos, morador de São José dos Pinhais, que visitou uma cidade no Vale da Ribeira, em março. O dado foi apresentado no boletim epidemiológico desta terça-feira (8). O homem já recebeu o atendimento médico e passa bem. No dia 31 de janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba confirmou o primeiro caso da doença na capital paranaense, após 10 anos.

Além disso, 21 casos estão sendo investigados. “Esse registro mostra a importância das pessoas se vacinarem antes de viajar para áreas de risco, principalmente para as regiões que estão registrando casos de febre amarela. O Paraná tem vacinas disponíveis e fazemos o alerta para que as pessoas não viajem desprotegidas”, disse o secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi.

A vacina está disponível na rede de saúde pública para pessoas a partir dos 9 meses até os 59 anos. É necessária apenas uma única dose da vacina para garantir imunização durante a vida inteira. O alerta principal é para pessoas que residem em áreas de matas e rios ou que fazem atividades como trilhas, pesca e acampamentos.

Quem for visitar esses locais deve procurar a unidade de saúde pelo menos 10 dias antes da viagem. Esse é o tempo necessário para garantir a devida imunização contra a doença. Para gestantes, mulheres que amamentam, crianças até 9 meses, adultos maiores de 60 anos, pessoas com alergia grave a ovo ou imunodeprimidos a recomendação é que só sejam vacinados com indicação médica.

SINTOMAS

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus que se manifesta com febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômitos, dor no corpo, pele e olhos amarelados (icterícia). Também é possível haver hemorragia (gengiva, nariz, estômago, intestino e urina), podendo levar à morte nas formas mais graves. A doença é transmitida pela picada de mosquitos infectados.

Não existe transmissão de pessoa a pessoa. Atualmente no Brasil só há registro da febre amarela silvestre, transmitida pelos mosquitos haemagogus e sabethes. “A melhor prevenção é a vacina. Mas se por qualquer motivo a pessoa não pode se vacinar, recomendamos que evite os locais com circulação da doença ou que utilize repelentes para evitar o contato com o mosquito transmissor”, destaca o secretário.

Com informações da AEN

Fonte Massa News.

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