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Comerciante é preso suspeito de matar jovens em Paiçandu

Preso no final da tarde desta quinta-feira (8), o comerciante José Maria da Silva, 42 anos...

Confessou ter matado os dois jovens que estavam desaparecidos em Paiçandu, região metropolitana de Maringá. Os corpos de Matheus Copes Carvalho, 15 anos, e Willian Luciano Furtado, 21 anos, foram encontrados no início da noite em um canavial na zona rural do município. Polícia Civil procura jovens desaparecidos em Paiçandu Silva teve a prisão preventiva decretada esta manhã após peritos da Polícia Civil terem encontrado marcas de sangue humano no bar de sua propriedade, localizado no Jardim Canadá. O local foi apontado por uma testemunha como o último lugar onde Carvalho e Furtado foram vistos com vida. O comerciante foi preso quando estava a caminho do escritório de uma advogada e, em interrogatório prestado na Delegacia de Paiçandu, alegou que agiu em legítima defesa após surpreender os jovens no interior do seu bar na madrugada de domingo (4). De acordo com ele, a dupla arrombou o estabelecimento para praticar um furto. Na versão apresentada ao delegado Gustavo de Pinho Alves, o acusado disse que se armou com um taco de sinuca ao perceber alguém forçando a fechadura da porta e agrediu os dois jovens pelas costas no momento em que eles invadiram o bar. Ainda segundo o comerciante, ao ser surpreendido, um dos invasores tentou revidar o ataque com uma faca, enquanto o outro caiu desacordado. Os dois teriam entrado em luta corporal e o dono do bar conseguido arrancar a faca e golpear o invasor. Em seguida, Silva disse que colocou os jovens desacordados no carro e os levou até o canavial. Na volta, ele disse ter dispensado a faca usada para ferir os dois pelo caminho. O comerciante afirmou ainda ter agido sozinho. Ele foi indiciado pela polícia pelos crimes de duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáveres. O delegado aceitou a versão do acusado com ressalvas e não descarta a hipótese da participação de outras pessoas no crime. "É uma alegação que não aparenta ser verdadeira. A forma como o comerciante agiu não caracterizou legítima defesa, pelo menos da forma como apuramos até agora", disse Pinho Alves que acompanhou todo o caso. "Pela forma como ocorreu o crime, ao que tudo indica ele não agiu sozinho”, completou.

Fonte O Diário.

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