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Duplicação da PR-445 poderá ter pedágio a cada 50km entre Londrina e Mauá da Serra

A rodovia PR-445 entre Londrina e Mauá da Serra poderá contar com pedágios a cada 50 quilômetros...

A proposta foi apresentada pela empres Triunfo ao Departamento de Estradas e Rodagens (DER) do Paraná em um anteprojeto de de uma Parceria Público Privado (PPP) com a intenção de tocar a obra de duplicação do trecho de pouco mais de 80 quilômetros. O diretor geral do DER, Nelson Leal Junior, explicou que a tendência é a obra seguir o mesmo padrão daquilo que já foi feito na PR-323, entre as cidades de Maringá e Guaíra, região noroeste do Paraná, onde a cobrança será de R$ 3,90. No entanto, o governo do Estado ainda estuda em como proceder em relação aos pedágios. Ele afirma que nada será aprovado sem a consulta popular, anseio dos vereadores locais que encaminharam há cerca de dois meses ao secretário de Estado de Planejamento, Cássio Tanigushi, um pedido de audiência pública com a comunidade do norte do Paraná. "Vamos fazer audiências públicas em Londrina. A gente quer saber se a população aceita e quer as mudanças", disse. Segundo ele, os estudos do DER devem ficar prontos em até 90 dias. Somente após estes três meses é que os encontros com a comunidade serão marcados. Até agora, não se fala em valores das tarifas das praças de pedágios e nem nos investimentos necessários para a duplicação. “A contagem de pedágios vai depender também do estudo de tráfego, em quais locais se justifica a duplicação ou se é o caso de colocar uma terceira faixa. Esse levantamento vai apontar as prioridades”, indicou Leal. O pedagiamento das rodovias e os antigos contratos de concessão das pistas foram temas de uma investigação da Assembleia Legislativa, já que o Paraná é conhecido por apresentar o pedágio mais caro do país. Nelson Leal Junior alega que no caso das PPPs, os percentuais da taxa de retorno de concessões e tarifas de pedágio são menores, barateando os valores cobrados dos contribuintes. "É preciso desmistificar um pouco sobre as PPPs. Uma coisa são as concessões de 15 anos atrás, quando a taxa era de 16,5%. Para se ter uma ideia, a atual da PR-323 é de 8,1%. É outro tipo de contrato, outro modo de fazer", comentou. A realização de uma PPP pelo governo do Paraná já foi alvo de críticas por ter sido apresentada como única alternativa para a execução da duplicação da PR-445. O deputado estadual Tercilio Turini defende a realização do serviço por meio de recursos próprios do Estado. No entanto, o diretor do DER condiciona a obra nestes padrões ao financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). “Se conseguirmos ter financiamento é possível. O que acontece é que com a parceria público-privada a pista tem diversas assistências, como serviço de socorro e emergência”, citou.

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