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Polícia diz que adolescente suspeito de matar a mãe em Londrina apresenta sinais de depressão

O adolescente suspeito de matar a mãe e esfaquear o padrasto em Londrina, no norte do Paraná, apresenta sinais de depressão e, segundo a Polícia Civil, antes do crime, realizava tratamento psicológico.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o garoto, que tem 15 anos, fugiu e tentou se esconder em uma escola estadual após esfaquear a família. Ele acabou saindo da escola e foi encontrado em uma praça.

O padrasto, Agnaldo Rosa, que é ex-secretário de Obras do município, disse aos bombeiros que acordou com os gritos da esposa, o enteado estava esfaqueando a mulher. Contou que foi esfaqueado quando tentava defender a esposa.

A vítima foi socorrida em estado grave e está internada no Hospital do Coração.Em depoimento à Polícia Civil, o garoto disse que não lembra o que aconteceu de madrugada. “Ele falou que dormiu às 19h e acordou no início da manhã para ir para escola.

Não lembra o que aconteceu nesse meio tempo. Não citou briga ou qualquer desentendimento com qualquer pessoa da família. Ele fazia tratamento psicológico”, detalhou o delegado Jaime José de Souza Filho.

O comportamento do garoto já tinha chamado atenção dos professores do colégio estadual Machado de Assis. A mãe e o padrasto participaram de uma reunião onde foi falado sobre o comportamento do menor. “Ele era quieto, mas um fato nos chamou a atenção e nos assustou.

Chamamos a família, registramos a conversa em ata e pedimos para encaminhá-lo para uma psicóloga.

A família achou que estávamos exagerando, o padrasto disse que não era o que estávamos expondo”, contou a diretora Sueli Espolador Simões de Souza. A diretora conta que o menino era obsessivo por uma aluna do colégio.

Os pais da menina foram comunicados sobre isso e decidiram transferir a menina para outra escola por segurança.O delegado Jaime de Souza Filho diz que a blusa que o adolescente estava vestindo no momento que foi apreendido tinha manchas de sangue.

Uma faca e uma máscara também foram encontrados na mochila do menor. Além desses objetos, a Polícia Civil deve enviar o celular do adolescente para perícia. “No depoimento ele selecionava o que iria falar, fez comentário genéricos. Ele não estava transtornado”, finalizou o delegado.

Fonte G1 PR.

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